Um livro anterior deixou muitos leitores com a sensação de querer mais. Agora, aproveitando um momento de tranquilidade, decidi escrever um pouco mais. Não precisa me criticar! Se não gostar, basta não continuar lendo. Seja gentil!
ps: [Aviso importante, a segunda temporada não é um novo livro, não é um novo livro, não é um novo livro, a história não mudou, apenas não foi possível continuar escrevendo após a primeira temporada, é a mesma história, não é um novo começo! O prólogo e o motivo da amnésia estão no grupo.]
No centro de Cidade Eterna, numa época em que é quase impossível manter um cibercafé, um estabelecimento de quatro andares ocupa o melhor ponto da cidade, com um aluguel anual de sete dígitos.
O interior do cibercafé está mal conservado, e raramente aparecem alguns clientes que vêm apenas para usar o banheiro.
Apesar da decadência, todos os habitantes de Cidade Eterna sabem que a dona, que há seis meses investiu uma fortuna no cibercafé, é de uma beleza incomparável.
Para os jovens de vinte anos, ela parece uma irmã mais velha fria e sofisticada de pouco mais de trinta. Para os de trinta, é uma mulher experiente de quarenta, confidente e compreensiva. Mas, aos olhos dos homens acima de quarenta, ela é uma jovem doce e encantadora.
Vestindo um qipao de algodão, a dona segurava um cachimbo de tabaco e, com a cabeça inclinada, observava o jovem que se movimentava pelo cibercafé, chamando-o suavemente:
— Qianzinho! Só falta dar uma arrumada, ninguém vai aparecer mesmo! À tarde marquei uma consulta com o psicólogo para você, não esqueça de ir!
O homem chamado Qianzinho se endireitou, virou-se para a dona, coçou a cabeça e sorriu, exibindo no pulso direito uma tatuagem de dragões e serpentes, que se enrolavam até o lóbulo da orelha. Se olhassem de pe